Se liga no tamanho da cavalgada: Red Dead Redemption 2 chegou ao PlayStation 4 e ao Xbox One em 26 de outubro de 2018 e, oito dias depois, já tinha 17 milhões de unidades distribuídas às lojas. O número saiu no relatório financeiro da Take-Two Interactive, dona da Rockstar, apresentado em 7 de novembro de 2018.
O detalhe que fez todo mundo parar: em pouco mais de uma semana, o jogo superou tudo o que o primeiro Red Dead Redemption, de 2010, tinha vendido em oito anos. O presidente da Take-Two, Strauss Zelnick, reforçou a comparação em entrevista à CNBC. E não parou por aí: o fim de semana de estreia rendeu mais de 725 milhões de dólares, que a empresa chamou de “o maior fim de semana de estreia da história do entretenimento”.
A crítica foi junto. O jogo cravou 97 no Metacritic nas duas plataformas e, semanas depois, levou quatro prêmios no The Game Awards 2018: melhor design de áudio, melhor narrativa, melhor trilha sonora e melhor atuação, para Roger Clark, o Arthur Morgan.
Nem tudo foi festa, porém. Antes do lançamento, o cofundador Dan Houser disse que a equipe tinha trabalhado “semanas de 100 horas” várias vezes em 2018. A frase abriu um debate pesado sobre crunch na indústria, e a Rockstar esclareceu que isso valia só para a equipe sênior de roteiro, por três semanas, e que ninguém era obrigado a fazer hora extra.
O que veio depois
O modo online, Red Dead Online, abriu em beta público em 27 de novembro de 2018, com eventos para até 32 jogadores. A versão de PC saiu em 5 de novembro de 2019, e a de Stadia, em 19 de novembro do mesmo ano. Em julho de 2022, a Rockstar avisou que as grandes atualizações do online iam parar, para focar em GTA VI. Nas vendas, o faroeste seguiu galopando: passou de 87 milhões de cópias e virou um dos jogos mais vendidos da história. Pra quem curte faroeste de mundo aberto, segue sendo parada obrigatória.
Fonte: CNBC / Take-Two Interactive.






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