Contemplem a velocidade com que o mundo anda, meus caros: o Switch 2 tem quase um ano e meio de vida, e em menos de duas semanas o console passou por três marcos que a comunidade de modificação vinha prometendo. Em 22 de outubro, um pesquisador de segurança mostrou o primeiro jailbreak público do Switch 2. Uma semana depois apareceram versões experimentais de emuladores para PC com suporte inicial ao console. E em 31 de outubro, Pokémon Pokopia, exclusivo do Switch 2, foi mostrado iniciando num PS5 desbloqueado rodando Linux.
Na prática, isso significa menos do que parece. O vídeo do PS5 mostra o jogo com falhas visuais graves e sem jogabilidade de verdade, e as alegações de que Mario Kart World já roda a toda velocidade no PC não foram confirmadas por nenhuma fonte independente. O que existe é uma prova de conceito, não um jeito de jogar.
Por que isso importa: a mesma brecha que interessa a quem estuda e preserva o console também abre caminho para a pirataria, e a Nintendo costuma reagir rápido, com atualizações que fecham falhas, banimentos de consoles da rede online e processos (em 2024, a empresa fechou um acordo de US$ 2,4 milhões com os criadores de um emulador do Switch). Para quem pensa em mexer no próprio aparelho, os riscos são reais: banimento da conta e do console, perda de garantia, console travado e arquivos falsos com malware circulando com nomes desses projetos.
A corrida continua do lado da Sony: nesta segunda-feira (2), a empresa liberou mais uma atualização de sistema do PS5, de 1,27 GB, descrita apenas como “correções de segurança no software do sistema”. Ela chegou 11 dias depois da anterior, de 21 de outubro, numa sequência de patches enquanto a comunidade tenta desbloquear o console antes do lançamento de GTA 6.
O SavePoint informa que isso existe, mas não indica onde baixar nem como fazer. O caminho legal para jogar Pokopia continua sendo o próprio Switch 2, com o jogo comprado na loja oficial ou em mídia física.
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Fontes: TweakTown, Nintendo Wire e IGN.





