Quem viveu a época das fitas emprestadas na locadora sabe o valor de um fim de semana para testar um jogo sem pagar. Em janeiro de 2019, a Activision fez algo parecido com o Blackout, o modo battle royale de Call of Duty: Black Ops 4: de 17 a 24 de janeiro, o modo ficou liberado de graça em todas as plataformas, mesmo para quem não tinha o jogo.
O teste pedia espaço no disco. Na época, o download ocupava cerca de 64,18 GB no Xbox One, 42,3 GB no PS4 e 86 GB no PC, pela Battle.net.
Para quem chegou agora, um pouco de contexto. Black Ops 4 saiu em 12 de outubro de 2018 e foi o primeiro Call of Duty principal sem campanha para um jogador; o modo história, que seria chamado Career, foi descartado no começo de 2018. No lugar dele, a Treyarch apostou no Blackout, que colocava até 100 jogadores, sozinhos, em duplas ou em esquadrões, no maior mapa já feito para a série até então. O mapa tinha veículos como quadriciclos e helicópteros e até zumbis controlados pela máquina em pontos temáticos.
A série, que estreou em 2003, chegava a mais de quinze anos de história e, com o Blackout, entrava pela primeira vez no battle royale. A semana gratuita funcionava como a velha fita de demonstração: uma amostra para convencer quem ainda estava em dúvida a levar o jogo completo, com o multiplayer tradicional e o modo Zombies.
O que veio depois
O Blackout ganhou depois um mapa menor, Alcatraz, para 40 jogadores, com renascimento e sem veículos, além de modos especiais como Close Quarters e Fast Collapse. Em 10 de março de 2020, a Activision lançou Call of Duty: Warzone, um battle royale gratuito e independente, e em 16 de novembro de 2022 chegou seu sucessor, inicialmente chamado Warzone 2.0.
Onde comprar
Fonte: Activision.






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