Vem comigo que essa notícia é daquelas que a gente precisava saber antes de abrir a caixinha do console: em 5 de novembro de 2020, a Sony confirmou de novo que o PlayStation 5 chegaria às lojas sem permitir a expansão do armazenamento com SSD. O console já vinha com um slot M.2 interno pensado para isso, mas ele ficaria desativado no lançamento e só seria liberado numa “futura atualização”.
O PS5 estreou em 12 de novembro de 2020 nos Estados Unidos, no Japão e em outros mercados, e uma semana depois no resto do mundo, com um SSD de 825 GB. Na época, muita gente especulava quanto desse espaço ficaria livre para os jogos; na prática, são 667 GB. Num console em que os jogos novos são bem grandinhos, essa conta pesava no coraçãozinho gamer.
A Sony repetia ali o que o arquiteto do sistema, Mark Cerny, já tinha explicado: nem qualquer SSD serviria. Os modelos compatíveis teriam que entregar mais de 5,5 GB/s de banda numa conexão PCIe de quarta geração, entre outros requisitos, e segundo o site The Verge, o programa de testes de compatibilidade nem tinha começado.
O que funcionava desde o primeiro dia era o armazenamento externo por USB, com uma diferença importante: jogos de PlayStation 4 rodavam direto do HD externo, mas jogos de PS5 só podiam ficar guardados nele e precisavam ser transferidos para o SSD interno na hora de jogar.
O que veio depois
A espera durou quase um ano. Depois de um beta público, a Sony liberou o uso de SSDs M.2 numa atualização de sistema em setembro de 2021. O slot aceita unidades NVMe de até 8 TB, e SSDs PCIe 3.0 ou anteriores não funcionam. Os HDs externos USB aceitam até 8 TB, com a mesma regra de antes: jogos de PS5 só rodam do armazenamento interno ou do SSD M.2. Que alívio para quem vivia apagando jogo para instalar outro, né?
Onde comprar
Fonte: Sony, via Eurogamer.






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