Vem comigo que essa notícia foi um mimo para quem joga no modo portátil: em 6 de julho de 2021, depois de meses de rumores, a Nintendo anunciou oficialmente o Nintendo Switch – Modelo OLED. Era a segunda revisão de hardware do console, depois do Switch Lite, lançado em setembro de 2019.
Quem esperava um salto de desempenho ficou um pouquinho triste, porque as novidades estavam em outros lugares. A principal é a tela OLED de 7 polegadas, maior que a de 6,2 polegadas do modelo original, com a mesma resolução de 720p no modo portátil. Na TV, o console continuava entregando imagem em 1080p, como antes. As cores e o contraste do OLED eram o grande atrativo para quem passa horas com o Switch nas mãos.
O resto da lista também é uma gracinha:
- armazenamento interno de 64 GB, o dobro dos 32 GB do modelo anterior;
- áudio aprimorado nos alto-falantes;
- suporte traseiro mais largo e ajustável, para jogar com o console em pé na mesa;
- uma base nova, com porta LAN para internet a cabo, sem precisar de adaptador USB.
Os Joy-Con e os jogos continuavam os mesmos, então toda a biblioteca do Switch funcionava normalmente no modelo novo. O lançamento foi marcado para 8 de outubro de 2021, com preço sugerido de US$ 349 nos Estados Unidos.
O que veio depois
O Switch OLED chegou às lojas na data prometida, no mesmo dia de Metroid Dread. Somando todos os modelos, a família Switch passou de 155 milhões de unidades distribuídas até dezembro de 2025, o que faz dela o console mais vendido da história da Nintendo e o segundo mais vendido de todos os tempos, atrás apenas do PlayStation 2. A sucessora, Nintendo Switch 2, foi lançada em 5 de junho de 2025 e é compatível com os jogos do Switch.
Fonte: Nintendo.






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