Se liga que tem jogo brasileiro chegando chegando na Steam: Mayday: The Survival Island, do Pequi Studios, de Goiânia, foi lançado nesta segunda-feira (2) para PC. O estúdio tem só três pessoas, e a publicação é da indie.io.
Preço no Brasil
Na Steam brasileira, o jogo custa R$ 39,99 e está saindo por R$ 31,99 com 20% de desconto de lançamento por tempo limitado (preços conferidos em 03/11). Tem conquistas, salvamento na nuvem, suporte completo a controle e textos em português do Brasil, entre dez idiomas.
Caiu o avião, bora sobreviver
A história começa com um acidente aéreo: você vai parar num arquipélago desenhado à mão, só com o que o mar traz para a praia e 24 ilhas para explorar. A primeira semana é a correria de sempre do gênero: caçar, pescar, juntar recursos e levantar um teto. Depois o jogo abre: tem plantação, curral com ovelhas para criar e pastorear, búfalos que dá para trazer do outro lado da ilha, culinária, estações de criação que vão liberando ferramentas e receitas e até poções feitas com plantas coletadas no mato. Combate também tem, pra quem tiver coragem de ir mais fundo nos mistérios da ilha.
O pulo do gato é o sistema de Conforto. Na maioria dos jogos de sobrevivência, a construção perde a graça depois que a casa fica pronta. Aqui, cada parede, porta, mesa, cadeira, tapete ou vaso aumenta o nível de conforto, e isso vira bônus de verdade: mais vida ou energia gastando mais devagar. Decorar a casa é parte da estratégia.
As 24 ilhas foram desenhadas uma a uma, sem geração aleatória, e cada uma guarda recursos diferentes: pântanos com névoa, praias, cemitérios antigos e ruínas esquecidas. Nada fica travado por missões, então dá para sair explorando de cara ou caprichar na base primeiro. Símbolos entalhados que se repetem, totens mágicos e ruínas lacradas puxam a pergunta: quem esteve ali antes?
Feito em Goiânia
O Pequi fez testes do jogo com alunos de cursos de desenvolvimento de games de uma escola de Goiânia, para que futuros devs vissem de perto um jogo comercial sendo construído. A arte também esconde referências à cultura pop com que a equipe cresceu, e alguns personagens foram inspirados nos próprios desenvolvedores.
Fonte: Pequi Studios e indie.io.





