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Zelda: Ocarina of Time chega hoje ao Switch 2: o que muda em relação ao original de 1998, preço e tamanho

O remake de Zelda: Ocarina of Time chega hoje ao Switch 2 por R$ 329,90, com 27 GB, dublagem nas cenas, botão de pulo e câmera livre. Veja o que muda.

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Link adulto monta Epona diante da Montanha da Morte no remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Imagem: Nintendo

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O que chama atenção neste remake é que quase tudo foi refeito, mas quase nada foi trocado de lugar. The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega nesta quinta-feira (5), exclusivo do Nintendo Switch 2, 28 anos depois do original do Nintendo 64. Na eShop brasileira, a versão digital custa R$ 329,90 e ocupa cerca de 27 GB, segundo a página oficial da Nintendo. O jogo tem suporte a português do Brasil.

Feito do zero, com cara de teatro de bonecos

Na série de entrevistas Pergunte ao Desenvolvedor (volume 24), a equipe conta que não reaproveitou o código do Nintendo 64: tudo foi reconstruído do zero e comparado com o original, peça por peça. A diretora de arte Aya Shida diz que a referência visual foi o “teatro de bonecos” e os filmes de efeitos práticos, e não o realismo puro. Um detalhe bonito: para a roupa do Link criança, o time estudou tecidos em museus e chegou a tecer pano à mão, para que parecesse feito pelas crianças da floresta. O mundo continua dividido em áreas separadas, como em 1998, em vez de um mapa contínuo.

O que muda no controle

O pulo automático saiu: agora o Link pula com um botão, em qualquer lugar. O ataque com pulo funciona dos dois jeitos, em um toque, como no original, ou em dois, como em Breath of the Wild. Segurar o botão de rolamento faz o Link correr, e a câmera é livre. Dá para mirar armas de longo alcance, como o arco e o gancho, com botões ou por movimento.

O Templo da Água, famoso pela dificuldade, ficou mais amigável: trocar de item é mais fácil e algumas paredes viraram treliças, para você enxergar as salas vizinhas. O chefe Gohma agora protege o ponto fraco com os braços quando está imune. Pontos de teletransporte chegaram a ser testados, mas a equipe os tirou para preservar as descobertas pelo caminho.

Som, vozes e novidades

As cenas agora são totalmente dubladas, com diálogos expandidos, e o famoso “Listen!” da Navi foi mantido de propósito. São mais de 150 músicas gravadas com orquestra completa, algumas misturadas com sons recriados fielmente a partir da fonte sonora original do Nintendo 64, além de som surround 5.1. Pelo microfone do Switch 2, você pode cantarolar as músicas da ocarina ou tocá-las num instrumento de verdade.

Entre as novidades estão a Trama do Tempo, uma tapeçaria ilustrada que conta a história como um livro e ajuda na aventura, e o Museu dos Mil Monstros, para revanches cronometradas contra inimigos já derrotados. O jogo também usa o serviço ZELDA NOTES, no app Nintendo Switch App, e aceita amiibo de Zelda: os novos de Link e Zelda jovens, previstos para 2027, liberam máscaras com visual retrô. Quem comprar a versão digital até 23 de novembro ganha um papel de parede comemorativo dos 40 anos da série.

Reposição do console e um passeio por 1998

Hoje também é dia de reposição do Switch 2 edição de 40 anos de Zelda nos Estados Unidos, que esgotou em poucas horas. E o Zé Cartucho já mostrou o easter egg do Google que leva a busca de volta a 1998: um aquecimento perfeito antes de ligar o console.

Veja também o calendário de lançamentos de jogos do mês.

Fonte: Nintendo (página oficial do jogo e Pergunte ao Desenvolvedor, volume 24).

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Indies e pixel art

Capitão Pixel jura que tem brevê de piloto, mas a única coisa que ele pilota de verdade é a lista de demos do Steam Next Fest. Cobre indies, pixel art e direção de arte, e consegue escrever três parágrafos sobre a animação de um pulo. Nunca foi visto sem o quepe de comandante, nem nas fotos (que, convenhamos, são todas desenhadas).

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