Os números primeiro: um traje de mergulho de meia tonelada, o fundo do oceano, pouca luz e um tanque de oxigênio que não perdoa. Essa é a base de Narcosis, jogo de terror e sobrevivência em primeira pessoa do estúdio Honor Code, anunciado para chegar ao Xbox One, ao PC pelo Steam e aos headsets Oculus Rift e HTC Vive no dia 28 de março de 2017.
A premissa: durante um serviço para um laboratório submarino, um acidente industrial deixa um mergulhador profissional abandonado no fundo do mar. Ele precisa voltar à superfície antes de o oxigênio acabar, contando apenas com uma lanterna, sinalizadores e uma faca. O traje, de alta tecnologia, é descrito pelo próprio estúdio como um “caixão ambulante”.
Na prática, isso significa que o recurso mais importante do jogo é o ar. O consumo de oxigênio aumenta com esforço físico, com o estresse causado por ferimentos e ao entrar em áreas de maior pressão, e quando a reserva fica crítica o personagem começa a ter alucinações. Traduzindo do jargão: correr gasta ar, levar susto também. Em vez de monstros inventados, as ameaças são criaturas reais das profundezas, o que deixa a coisa mais desconfortável. O terror aposta em medos primitivos, como escuridão, confinamento e isolamento.
A realidade virtual era opcional: o jogo funciona na tela comum, mas foi pensado para ganhar ainda mais imersão em VR, onde a sensação de estar preso dentro do capacete fica bem mais intensa. Narcosis nasceu como projeto estudantil, e a equipe da Honor Code, com sedes na França e na Califórnia, reúne pessoas que trabalharam em séries como Assassin’s Creed, Metal Gear Solid e Silent Hill.
O que veio depois
Narcosis foi bem recebido: a média no Metacritic ficou em 72 no PC e no Xbox One, e a avaliação dos jogadores no Steam é majoritariamente positiva. O jogo também ganhou versão para PS4.
Onde comprar
Fonte: Honor Code, Windows Central.







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