Presente bom é aquele que fica: entre 7 e 13 de novembro de 2017, a Ubisoft deixou Watch Dogs de graça para quem joga no PC. Bastava entrar na conta da Uplay, a loja e launcher da empresa na época, e resgatar o jogo dentro do prazo para que ele ficasse na biblioteca de vez.
Lançado em 27 de maio de 2014 no PC, PS3, PS4, Xbox 360 e Xbox One, com versão de Wii U em novembro do mesmo ano, Watch Dogs foi criado pela Ubisoft Montreal. A história se passa numa Chicago fictícia, controlada por um sistema operacional central, o ctOS, que liga semáforos, trens, câmeras e boa parte da infraestrutura da cidade. O protagonista é Aiden Pearce, um hacker justiceiro em busca de vingança após a morte da sobrinha.
O que chama atenção até hoje é a ideia central: o celular do Aiden vira a arma principal. Dá para trocar sinais de trânsito no meio de uma perseguição, travar trens, espiar câmeras e celulares. Um detalhe bonito: cada pedestre escaneado mostra um perfil próprio, com nome e alguma informação pessoal, o que dá vida às ruas.
E por que o jogo é lembrado como controverso? Watch Dogs foi revelado na E3 2012 com um visual impressionante, e a versão final saiu bem mais simples do que aquelas demonstrações, o que gerou muitas críticas sobre um “downgrade” gráfico. Mesmo assim, foi um sucesso: vendeu mais cópias em 24 horas do que qualquer outro jogo da Ubisoft até então e chegou a 10 milhões de unidades distribuídas até dezembro de 2014.
A generosidade também não era novidade. Em 2016, para comemorar os 30 anos da empresa, a Ubisoft distribuiu no PC jogos como Prince of Persia: The Sands of Time, Splinter Cell, Rayman Origins, Beyond Good & Evil e Assassin’s Creed III.
O que veio depois
A série seguiu com Watch Dogs 2, de novembro de 2016, ambientado em São Francisco, e Watch Dogs: Legion, de outubro de 2020, passado em Londres. A própria Uplay mudou de nome em outubro de 2020 e virou Ubisoft Connect.
Onde comprar
Fonte: Ubisoft.





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