Nos tempos da locadora, fim de semana bom era aquele em que dava para alugar o cartucho na sexta e devolver na segunda. Em fevereiro de 2018, a Microsoft repetiu a lógica para quem tinha Xbox One: entre 8 e 11 de fevereiro, Dragon Ball Xenoverse 2 ficou liberado de graça para os assinantes Xbox Live Gold, dentro da promoção Free Play Days.
Era o jogo completo, não uma demonstração. Bastava procurar o título na área de ofertas para assinantes do console ou direto na loja da Microsoft, baixar e jogar até a noite de domingo. Quem gostasse podia comprar o jogo depois, e a expectativa na época era de um preço reduzido para quem quisesse ficar com ele.
A hora era boa. Poucos dias antes, em 26 de janeiro, tinha saído Dragon Ball FighterZ, o jogo de luta 2D da Arc System Works que dominou as conversas daquele começo de ano. Xenoverse 2 é outra proposta: feito pela Dimps e publicado pela Bandai Namco, saiu em outubro de 2016 no PS4, Xbox One e PC, com versão de Switch em setembro de 2017. Em vez de um elenco fechado, você cria o próprio guerreiro, escolhendo entre cinco raças, e vira patrulheiro do tempo para corrigir distorções na história da série.
Quem jogou os Dragon Ball da época do Super Nintendo vai estranhar o tamanho da coisa. O ponto de encontro é Conton City, uma cidade central sete vezes maior que a do primeiro Xenoverse, com servidores que comportam até 3.000 jogadores ao mesmo tempo. A crítica gostou do visual de anime, do som e das lutas, com médias entre 72 e 78 no Metacritic, mas reclamou dos controles e das missões repetitivas.
O que veio depois
Xenoverse 2 virou um daqueles jogos que nunca saem da prateleira. Recebeu duas dezenas de pacotes de conteúdo ao longo dos anos, com personagens de Dragon Ball Super, GT e dos filmes, passou de 10 milhões de cópias vendidas em maio de 2023 e ganhou versões para PS5 e Xbox Series X|S em maio de 2024.
Onde comprar
Fonte: Xbox Wire.






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