Vem comigo que essa surpresa é quadradinha de tão fofa! Na noite de 29 de maio de 2018 no Brasil, já 30 de maio no Japão, a The Pokémon Company revelou Pokémon Quest, um RPG de ação para Nintendo Switch e celulares. E não tinha nada a ver com o que todo mundo estava esperando naquela coletiva.
Olha só que gracinha: em Pokémon Quest, todos os monstrinhos têm formato de cubo, num visual de blocos que lembra Minecraft. A aventura acontece na Ilha Tumblecube, e o jogador monta uma base, forma uma equipe de até três Pokémon e parte em expedições para explorar a ilha. Para atrair novos companheiros, você cozinha pratos com os ingredientes encontrados pelo caminho, quase uma receitinha para cada tipo de Pokémon. Só aparecem os 151 da primeira geração, a de Kanto.
O jogo foi anunciado como free to start, ou seja, gratuito para começar. Na prática, as expedições gastam uma energia que se recarrega com o tempo ou com os PM Tickets, a moeda do jogo, e há pacotes pagos opcionais. É também o primeiro derivado de Pokémon feito inteiramente pela própria Game Freak.
E a melhor parte para quem tinha um Switch: o jogo saiu na eShop no mesmo dia do anúncio. Os celulares ficaram para depois.
O que veio depois
A versão para iOS e Android chegou em 27 de junho de 2018. Na primeira semana, Pokémon Quest passou de 7,5 milhões de downloads, e até o fim de 2018 superou 10 milhões só nos celulares. A crítica ficou dividida: elogiou a montagem da equipe, mas achou as batalhas repetitivas e quase automáticas, e muita gente concordou que o jogo combinava mais com o celular do que com o Switch. Mesmo assim, meu coraçãozinho gamer guarda um carinho por esses Pokémon quadradinhos.
Fonte: The Pokémon Company.






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