Os números primeiro: em 25 de janeiro de 2019, a 4A Games revelou os requisitos de Metro Exodus no PC em quatro faixas (mínima, recomendada, alta e extrema), e o recado foi claro: quem quisesse o jogo no máximo ia precisar de uma máquina de respeito.
Pela ficha que a Steam mantém até hoje, o mínimo é um Intel Core i5-4440, 8 GB de RAM e uma GeForce GTX 670, GTX 1050 ou Radeon HD 7870, com DirectX 11. Para 1080p a 60 quadros por segundo na qualidade alta, a divulgação de 2019 pedia uma GTX 1070, RTX 2060 ou RX Vega 56, com 8 GB de memória de vídeo; a Steam lista essas placas ao lado de um Core i7-4770K. No topo, a faixa extrema, pensada para 4K a 60 quadros, pedia o que havia de mais caro na época: uma RTX 2080 Ti e um Core i9-9900K.
Na prática, isso significa que o jogo escalava bem para baixo, mas cobrava caro para brilhar. E havia um motivo extra para o interesse dos donos de placas RTX: Metro Exodus foi um dos primeiros jogos a usar ray tracing em tempo real, aplicado à iluminação global, que muda bastante a aparência dos cenários pós-apocalípticos.
Na mesma semana, em 28 de janeiro, a Deep Silver anunciou que a versão de PC seria exclusiva da Epic Games Store por um ano, o que gerou reação negativa e avaliações em massa contra os Metro anteriores na Steam.
O que veio depois
O jogo saiu em 15 de fevereiro de 2019 no PC, PS4 e Xbox One, com médias entre 80 e 82 no Metacritic. Chegou à Steam em 15 de fevereiro de 2020. Em 6 de maio de 2021, a Enhanced Edition, grátis para quem já tinha o jogo, refez a iluminação com ray tracing; PS5 e Xbox Series receberam a versão em 18 de junho de 2021. Até fevereiro de 2024, o jogo passou de 10 milhões de unidades.
Onde comprar
Fonte: 4A Games, via Eurogamer.






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