Se liga: no dia 30 de maio de 2019, a Activision anunciou Call of Duty: Modern Warfare, o novo jogo da Infinity Ward, com lançamento marcado para 25 de outubro de 2019 no PS4, no Xbox One e no PC. A proposta era um reboot da subsérie Modern Warfare, que tinha começado com Call of Duty 4, lançado pela própria Infinity Ward em 2007.
E o anúncio chegou chegando, com duas novidades grandes pra quem joga online. A primeira: pela primeira vez na série, crossplay entre consoles e PC, com a progressão compartilhada entre plataformas. A segunda: nada de passe de temporada. Os mapas e modos novos sairiam de graça para todo mundo, em temporadas, justamente para não dividir a galera entre quem pagou pelo conteúdo extra e quem não pagou.
O motor gráfico também foi refeito do zero, com suporte a ray tracing e técnicas de renderização mais avançadas. O trailer de revelação mostrou o que isso significava na prática: mais fidelidade visual, ambientes maiores e condições dinâmicas nas fases, como uma névoa que reduz a visão e obriga o uso de equipamento especial para seguir na missão.
O que veio depois
Modern Warfare foi um estouro: mais de US$ 600 milhões nos três primeiros dias, mais de US$ 1 bilhão confirmado em dezembro de 2019 e mais de 30 milhões de unidades vendidas até setembro de 2020. A campanha, ambientada no país fictício de Urzikstan e inspirada em conflitos reais como a guerra civil da Síria, foi elogiada, mas também gerou debate pela forma como tratava temas pesados. No multiplayer, o jogo estreou o modo Gunfight, de partidas 2 contra 2, e o Ground War ampliado. A continuação, Modern Warfare II, chegou em 2022, seguida de Modern Warfare III em 2023. Bora pro lobby?
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Fonte: Activision, via Eurogamer.







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