Quem viveu a época do Game Boy lembra bem da caça por pilhas e da conta de quantas horas cada jogo aguentava. Em julho de 2019, a Nintendo trouxe uma boa notícia nessa linha para quem joga no Switch longe da tomada: uma nova versão do modelo tradicional do console, com bateria de duração bem maior.
Os números informados pela Nintendo: o Switch original, de código HAC-001, rendia entre 2,5 e 6,5 horas de bateria, conforme o jogo. O modelo revisado, de código HAC-001(-01), passava a render entre 4,5 e 9 horas. Para dar um exemplo prático, a empresa citou The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que durava cerca de 3 horas no aparelho original e passava a cerca de 5 horas na nova versão.
Por fora, nada mudava: o novo modelo tinha o mesmo visual do Switch lançado em 2017, com Joy-Con destacáveis e dock para a TV. Por isso, aqui no SavePoint chamamos essa versão de Switch “clássico”, para diferenciar do Switch Lite, anunciado uma semana antes. A diferença estava por dentro: o console ganhou o chip Tegra X1+, fabricado em 16 nanômetros, mais eficiente que o original, e é daí que vem a economia de energia. A Nintendo programou a chegada às lojas para meados de agosto de 2019 no Japão e na América do Norte, e para setembro na Europa.
O que veio depois
Depois dessa revisão, a família ganhou mais um integrante de mesa: o modelo OLED, em 8 de outubro de 2021, com tela de 7 polegadas e 64 GB de armazenamento. O Switch somou mais de 155 milhões de unidades até dezembro de 2025 e se tornou o segundo console mais vendido da história, atrás do PlayStation 2. O sucessor, Nintendo Switch 2, chegou em 5 de junho de 2025.
Onde comprar
Fonte: Nintendo.






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