Quem viveu a época lembra do formato: quatro botões coloridos, dois gatilhos nos ombros e aquele direcional que aguentou horas de Super Mario Kart na locadora. Em setembro de 2019, a Nintendo colocou à venda nos Estados Unidos uma versão sem fio desse controle, feita para o Nintendo Switch, e a primeira leva se esgotou rapidinho.
O controle custava US$ 29,99 na loja da Nintendo dos EUA, e havia duas condições: só podia comprar quem fosse assinante do Nintendo Switch Online, o serviço pago de jogo online do console, e cada pessoa podia levar no máximo quatro unidades. As entregas começariam em 18 de setembro. A página da loja logo passou a mostrar o aviso de “temporariamente fora de estoque”, e a Nintendo não informou quando haveria reposição. Na Europa, o modelo seguia as cores do Super Nintendo europeu, com os botões coloridos, e ainda não estava à venda na loja britânica naquele momento.
Por que ele fez sucesso
O motivo da corrida era simples. Em 5 de setembro de 2019, a Nintendo tinha adicionado ao Nintendo Switch Online um aplicativo separado com jogos de Super Nintendo, com 20 clássicos no lançamento, como Super Metroid e Yoshi’s Island. Jogar esses títulos com os Joy-Con funciona, mas não tem o mesmo gosto de segurar o controle original. O novo modelo se conecta ao Switch sem fio e carrega pelo cabo USB-C incluído ou pelo carregador do próprio console.
Não era a primeira vez: quando o Nintendo Switch Online estreou, a Nintendo já tinha vendido controles sem fio no formato do NES, também exclusivos para assinantes, pensados para o aplicativo de jogos do Nintendinho.
O que veio depois
A estratégia continuou com outras gerações. Antes do pacote de expansão de outubro de 2021, que trouxe jogos de Nintendo 64 e Mega Drive, a Nintendo anunciou controles nesses formatos, também para assinantes. Mais tarde, com a chegada de jogos de GameCube ao serviço, veio um controle inspirado no do GameCube.
Fonte: CNET.






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