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Immortals Fenyx Rising ganha vídeos com luta contra chefe e criação de personagem

Em outubro de 2020 Immortals Fenyx Rising ganhou vídeos com a primeira luta contra chefe e a criação de personagem; o jogo saiu em 3 de dezembro de 2020.

Immortals Fenyx Rising
Imagem: Ubisoft Entertainment

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Tem jogo que se apresenta melhor quando a gente vê alguém jogando, e Immortals Fenyx Rising era um desses. No fim de outubro de 2020, a pouco mais de um mês do lançamento, a aventura da Ubisoft Quebec apareceu em dois vídeos novos: a primeira luta contra um chefe, exibida pela Game Informer, e o sistema de criação de personagem, mostrado pela IGN.

A comparação que muita gente fazia na época era a de um Zelda flertando com Assassin’s Creed, e dá para entender o motivo. O jogo se passa na Ilha Dourada, um mundo aberto com sete regiões inspiradas na mitologia grega, todas acessíveis desde o início. Fenyx escala penhascos, cavalga e voa com as asas de Dédalo, sempre acompanhada do pássaro Phosphor, que aponta locais interessantes no mapa. No combate, há ataques leves e rápidos com espada, ataques pesados com machado, arco e flecha e poderes divinos, como a Fúria de Ares, que lança inimigos para o alto com lanças. Minotauros e ciclopes estão entre os inimigos.

O que chama atenção no segundo vídeo é a liberdade na aparência: o jogador escolhe gênero, voz e visual de Fenyx, e depois, no Salão dos Deuses, pode usar a Cadeira da Beleza de Afrodite para mudar tudo de novo quando quiser.

Um detalhe bonito da produção: a história é narrada por Prometeu a Zeus, e o humor das brigas entre os dois foi inspirado em filmes como A Princesa Prometida e Corra que a Polícia Vem Aí. A trilha é de Gareth Coker, compositor de Ori, gravada com instrumentos gregos antigos, como lira e cítara. O projeto nasceu de um bug em Assassin’s Creed Odyssey, que transformava a tripulação em ciclopes gigantes, e foi anunciado na E3 2019 como Gods and Monsters.

O que veio depois

Immortals Fenyx Rising saiu em 3 de dezembro de 2020 para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Stadia, com críticas “geralmente favoráveis” no Metacritic. O jogo foi elogiado pela narrativa, pelo humor e pelo mundo aberto, mas criticado pela semelhança com The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Depois vieram três DLCs, começando por A New God, em janeiro de 2021.

Fonte: Ubisoft.

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Indies e pixel art

Capitão Pixel jura que tem brevê de piloto, mas a única coisa que ele pilota de verdade é a lista de demos do Steam Next Fest. Cobre indies, pixel art e direção de arte, e consegue escrever três parágrafos sobre a animação de um pulo. Nunca foi visto sem o quepe de comandante, nem nas fotos (que, convenhamos, são todas desenhadas).

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