Se liga nessa: em outubro de 2020, a Capcom esclareceu como Devil May Cry 5: Special Edition rodaria no Xbox Series S, o console mais barato da nova geração da Microsoft. E a resposta tinha uma ausência importante: nada de ray tracing.
Primeiro, o que já estava confirmado para os consoles mais fortes. No PlayStation 5 e no Xbox Series X, o jogo ofereceria até 120 quadros por segundo e, pra quem preferisse visual caprichado, dois modos com ray tracing ativado: 4K a 30 quadros por segundo ou 1080p a 60. Um detalhe: no Series X, o ray tracing chegaria numa atualização depois do lançamento.
No Xbox Series S, a Capcom prometeu carregamento mais rápido, áudio espacial, até 120 quadros por segundo e todo o conteúdo novo da Special Edition. O ray tracing, porém, ficaria restrito ao PS5 e ao Series X. Pra quem curte iluminação realista, era treta; pra quem joga DMC pelo combate, 120 quadros por segundo já é motivo pra comemorar.
O que a Special Edition trazia
Anunciada no evento do PS5 em setembro de 2020, a Special Edition reunia todo o conteúdo baixável lançado antes e chegava chegando com Vergil como personagem jogável, as opções de ray tracing e dois modos novos. O Legendary Dark Knight aumenta muito a quantidade de inimigos em cada fase, e o Turbo acelera o jogo em 20%, um modo que já tinha aparecido nas Special Editions de Devil May Cry 3 e 4. Quem tinha o Devil May Cry 5 original, lançado em março de 2019, podia comprar Vergil separadamente.
As datas eram 10 de novembro de 2020 no Xbox Series X|S e 12 de novembro no PS5, primeiro só em versão digital, como título de lançamento dos novos consoles. A versão física saiu no mês seguinte.
O que veio depois
Devil May Cry 5 virou o jogo mais vendido da franquia, com 14,24 milhões de unidades até junho de 2026. Em 2026, o jogo também ganhou versão para Nintendo Switch 2, sem os modos Turbo e Legendary Dark Knight.
Onde comprar
Fonte: GamingBolt.






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