A história desse diretor pra conseguir botar o 1666: Amsterdam no ar é tão boa que fica meio chato de falar que o jogo é ruim.

 

Não é que o jogo, tudo bem que novamente ainda estamos em early access, o jogo ainda não foi lançado, mas ele depende muito de conceitos que foram criados no Assassin’s Creed original.

 

Para quem não entende a história do jogo em si, esse diretor trabalhava na Ubisoft, teve a ideia do jogo e adquiriu os direitos para produzir o jogo. O problema é que o jogo segue uma temática muito similar aos Assassin’s Creed.

 

O coprotagonista tem a alma dele transportada para o passado, e a alma dele se incorpora a um gato, e esse gato é o familiar de uma bruxa que trabalha investigando e caçando demônios à luz do dia.

Novamente, não dá para ter impressões sólidas sobre o jogo ainda, porque ele ainda está em early access e o combate pode ser melhor fundamentado.

Ele ainda é um combate muito cru.  De certa forma, ele me lembra muito Vampyr no fato de que o combate parece ter sido colocado como algo complementar e não o objetivo do jogo em si.

 

Vampir, eu inclusive dei nota 10 na época, acreditando que ele seria melhorado eventualmente, mas não foi. O jogo, no momento, como ele está em early access, está custando R$99 na Steam.

 

Tem um ótimo potencial, e como o custo é reduzido devido a estar em early access, eu recomendo.

 

 

 

 

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