Os números primeiro: DOOM Eternal saiu em 20 de março de 2020 para PC, PlayStation 4, Xbox One e Stadia, e só no mês de lançamento vendeu cerca de 3 milhões de cópias digitais, segundo a SuperData, contra 957 mil do DOOM de 2016 no mesmo período. Em 8 de dezembro de 2020, quase nove meses depois, o jogo da id Software chegou ao Nintendo Switch, em versão digital na eShop.
A Bethesda publicou o trailer de lançamento em português:
O port foi feito pela Panic Button, estúdio de Austin, no Texas, que virou especialista em levar jogos pesados para o Switch. Foi ela que adaptou Rocket League em 2017 e, depois, DOOM (2016) e Wolfenstein II: The New Colossus, e o estúdio diz que trabalha com o hardware do Switch desde antes do lançamento do console, em parceria com a Nintendo e a Nvidia.
A novidade de controle é a mira por giroscópio. Na prática, isso significa que dá para fazer o ajuste fino da mira mexendo o próprio console ou o Joy-Con, enquanto o analógico cuida dos movimentos maiores. As duas formas funcionam juntas, conforme a página do jogo na eShop. Para quem joga no modo portátil, é o tipo de recurso que faz diferença num shooter rápido como esse.
Traduzindo do jargão: a Panic Button foi fundada no fim de 2007 por ex-funcionários da Acclaim e também faz trabalhos por contrato em outras plataformas, como as atualizações 4K de jogos para PS4 Pro e Xbox One X. No Switch, a filosofia do estúdio é manter o jogo fiel ao original dentro dos limites do hardware e acrescentar recursos que façam sentido no console, como controles por toque ou por movimento.
O que veio depois
A primeira parte da expansão The Ancient Gods saiu em outubro de 2020 e a segunda em março de 2021, para as outras plataformas. Em julho de 2022, a Limited Run Games distribuiu cópias físicas da versão de Switch. A série seguiu com DOOM: The Dark Ages, lançado em 2025. A piada pronta: o Slayer agora cabia na mochila.
Onde comprar
Fonte: Bethesda.







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