Quem conheceu a série Valkyria lá no PS3, com o primeiro Valkyria Chronicles e seu visual de aquarela, ficou de olho quando a Sega anunciou, no fim de março de 2017, a data de Valkyria Revolution no ocidente: 27 de junho nas Américas e 30 de junho na Europa, para PS4 e Xbox One.
No Japão, o jogo já tinha saído em 19 de janeiro de 2017 com o nome de Valkyria: Azure Revolution. Apesar do nome conhecido, não se trata de uma continuação direta de Valkyria Chronicles, e sim de um derivado que se passa em outro universo e muda bastante a fórmula. Sai o combate por turnos da série original e entra a ação em tempo real com elementos de estratégia, comandando esquadrões de até quatro personagens com funções diferentes. A morte permanente de personagens continua presente, uma marca da casa.
A história acompanha cinco amigos de infância, órfãos, conhecidos como “Circle of Five”. Movidos por vingança e por motivos pessoais, eles armam por trás dos panos uma guerra entre o reino de Jutland e o Império Ruzi, que se espalha por todo o continente.
O desenvolvimento ficou com a Media.Vision, sob a direção de Takeshi Ozawa, usando um motor gráfico próprio com visual de pintura em guache. A trilha é de Yasunori Mitsuda, o compositor de Chrono Trigger, no seu primeiro trabalho solo em um jogo em mais de sete anos.
Junto com a data veio a edição especial Vanargand Edition, para PS4 e Xbox One nas Américas: além do jogo, um broche com o brasão de Vanargand, um CD com 12 faixas da trilha de Mitsuda e uma caixa especial.
O que veio depois
Valkyria Revolution saiu também no PS Vita, mas a recepção foi morna: a média no Metacritic ficou entre 54 e 56. A crítica gostou do cenário, mas reclamou da forma como a história é contada, das muitas telas de carregamento e da execução da jogabilidade.
Onde comprar
Fonte: Sega.







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