Os números primeiro: em 9 de maio de 2018, a Konami revelou PES 2019 com um trailer e marcou o lançamento para 30 de agosto na Europa e no resto do mundo, com estreia dois dias antes, em 28 de agosto, nos Estados Unidos. Plataformas: PlayStation 4, Xbox One e PC.
Foram anunciadas três versões: a Standard Edition, com o brasileiro Philippe Coutinho, então no Barcelona, na capa; a David Beckham Edition, com o ex-jogador inglês estampado; e a Legend Edition, só digital.
Na parte técnica, PES 2019 seguia na Fox Engine, com suporte a 4K e HDR nas plataformas compatíveis, iluminação refeita e mais habilidades individuais para dar personalidade aos jogadores. Duas mudanças de jogabilidade chamavam atenção. A primeira, um novo sistema de fadiga: na prática, isso significa que o cansaço dos atletas ao longo da partida passava a pesar na estratégia e nas substituições. A segunda, física nova, incluindo a das redes do gol.
O modo myClub, o equivalente da Konami ao Ultimate Team, recebeu o que a empresa chamou de maior reformulação até então, com um novo sistema de cartas e os “Players of the Week”, jogadores com atributos turbinados temporariamente de acordo com o desempenho na vida real.
Traduzindo do jargão das licenças: PES 2019 trouxe 15 ligas totalmente licenciadas, com estreantes como a Primera División argentina, a Premiership escocesa e a Premier League russa. Em compensação, a Konami perdeu a licença da UEFA Champions League depois de dez anos de parceria; os direitos foram para o FIFA 19, da EA.
O que veio depois
O jogo saiu nas datas prometidas e foi bem recebido: médias de 79 no PS4 e 82 no Xbox One no Metacritic, e nota 9 da GameSpot, que o chamou de um dos melhores jogos de futebol já feitos. Uma curiosidade: o Liverpool usou imagens do PES 2019 para apresentar sua terceira camisa da temporada 2018-2019. Placar final: boa jogabilidade, licenças incompletas, como de costume na série.
Fonte: Konami.







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