Quem passou as tardes de 2012 caçando loot em Pandora com os amigos lembra bem da espera. Borderlands 2 tinha saído havia quase sete anos quando, em 27 de março de 2019, a Gearbox soltou um teaser curtinho chamado Mask of Mayhem. Pouca informação, muita provocação: o vídeo deixava claro que algo grande vinha aí e marcava encontro para o dia seguinte, no painel da Gearbox na PAX East, em Boston.
E veio mesmo. Em 28 de março, na PAX East, a Gearbox e a 2K anunciaram oficialmente Borderlands 3, com um trailer de revelação. O jogo era a quarta entrada principal da série de tiro em primeira pessoa com elementos de RPG e trazia quatro novos Caçadores da Arca: Amara, uma Sirene que invoca punhos etéreos; Moze, uma artilheira que pilota o robô Iron Bear; Zane, um agente cheio de engenhocas; e FL4K, um robô que comanda feras em combate. Os vilões eram os gêmeos Troy e Tyreen Calypso, líderes de um culto que quer tomar o poder das Arcas espalhadas pela galáxia.
Nem todo mundo se empolgou de cara. Parte da imprensa achou o trailer de revelação parecido demais com Borderlands 2, no visual e no tipo de humor. Mas a série, que já tinha anos de história e uma legião de fãs do cooperativo, carregava expectativa de sobra.
O que veio depois
Borderlands 3 chegou em 13 de setembro de 2019 para PlayStation 4, Xbox One e PC, com a versão de PC exclusiva da Epic Games Store por seis meses; a Steam só recebeu o jogo em março de 2020. A estreia foi a maior da franquia: mais de cinco milhões de cópias em cinco dias. As críticas foram em geral favoráveis, elogiando a jogabilidade e apontando falta de novidade e problemas técnicos. Depois vieram versões para PlayStation 5 e Xbox Series X|S em novembro de 2020 e para Nintendo Switch em outubro de 2023. A continuação, Borderlands 4, saiu em 12 de setembro de 2025.
Onde comprar
Fonte: Gearbox Software.







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