Às vezes um segredo não sobrevive à curiosidade dos fãs. A Ubisoft planejava revelar o novo Ghost Recon em 9 de maio de 2019, mas, na véspera, jogadores atentos encontraram a imagem de uma edição de colecionador que entregava o nome do jogo: Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint. O que chama atenção é que o vazamento veio justamente de um produto pensado para os fãs mais dedicados da série.
Junto com o nome vieram as primeiras pistas da história. O vilão seria Cole D. Walker, personagem que tinha aparecido na expansão Operation Oracle de Ghost Recon Wildlands, agora como um ex-Ghost que virou inimigo. O lançamento estava previsto para 4 de outubro de 2019 no PlayStation 4, no Xbox One e no PC, e o jogo seria uma sequência direta de Wildlands, lançado em 2017.
No dia seguinte, a revelação oficial confirmou tudo e trouxe mais detalhes. O jogador assume o papel do tenente-coronel Anthony “Nomad” Perryman, enviado a Auroa, um arquipélago fictício no Pacífico Sul que pertence a um bilionário da tecnologia e foi ocupado pelos Wolves, o grupo de soldados renegados liderado por Walker, interpretado pelo ator Jon Bernthal. Um detalhe bonito do design: Breakpoint dava mais peso à sobrevivência, com fadiga, ferimentos e rações para administrar, e um mundo aberto maior que o de Wildlands, com paisagens variadas que podiam ser usadas a favor do jogador.
O que veio depois
Breakpoint saiu como prometido em 4 de outubro de 2019 e chegou ao Stadia em dezembro. A recepção foi mista, com críticas às mecânicas e ao desenho das missões, e as vendas ficaram abaixo do esperado pela Ubisoft. A empresa respondeu com uma série de ajustes, incluindo um modo imersivo que reduz a importância do loot e o retorno dos companheiros controlados por IA em 2020, após pedidos dos jogadores. Vieram também os conteúdos Deep State e Red Patriot. O suporte ativo ao jogo terminou em 5 de abril de 2022, pouco depois da polêmica inclusão de NFTs.
Onde comprar
Fonte: Eurogamer.





Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar.