Se liga, galera do PC: em 20 de novembro de 2020, a menos de um mês do lançamento, a CD Projekt RED soltou os requisitos detalhados de Cyberpunk 2077, como tinha prometido. Até ali, o jogo já tinha sido adiado três vezes e o hype estava lá em cima, então todo mundo correu pra conferir se o PC aguentava Night City.
Pra jogar em 1080p não mudou quase nada em relação à tabela anterior, com a novidade de que o preset Alto já rodava com uma GeForce GTX 1660 Super ou uma Radeon RX 470. A coisa ficou séria a partir do 1440p no Ultra, que pedia uma RTX 2060 ou uma Radeon RX 5700 XT.
Para o 4K (2160p) no Ultra, sem ray tracing, a lista pedia 16 GB de RAM e uma RTX 2080 Super, RTX 3070 ou Radeon RX 6800 XT, todas com 8 GB de memória de vídeo.
Com ray tracing ligado, os degraus eram estes:
- 1080p, preset Médio com ray tracing: 16 GB de RAM e RTX 2060 de 6 GB;
- 1440p, Ultra com ray tracing: Intel Core i7-6700 ou AMD Ryzen 5 3600, 16 GB de RAM e RTX 3070 de 8 GB;
- 4K, Ultra com ray tracing: RTX 3080 de 10 GB.
Em qualquer configuração, o jogo ocupava 70 GB, e tudo acima do requisito mínimo pedia SSD. Pra quem curte jogar no talo, o recado era claro: 4K com ray tracing nativo era coisa de placa topo de linha da época.
O que veio depois
Cyberpunk 2077 saiu em 10 de dezembro de 2020. No PC, o jogo rodou bem melhor do que nos consoles antigos, onde a CD Projekt teve que pedir desculpas e oferecer reembolso. Nos anos seguintes, o PC virou vitrine de tecnologia: depois da atualização 2.0, de setembro de 2023, Cyberpunk foi o primeiro jogo com o ray tracing turbinado por IA do DLSS 3.5 da Nvidia. A expansão Phantom Liberty saiu no mesmo mês, e o jogo passou de 40 milhões de cópias vendidas até julho de 2026.
Onde comprar
Fonte: CD Projekt RED, via GamingBolt.






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