Os fatos primeiro: na Nintendo Direct de 13 de fevereiro de 2019, a Nintendo anunciou um remake de The Legend of Zelda: Link’s Awakening para o Nintendo Switch, com lançamento previsto para o mesmo ano. O original saiu em 1993 para o Game Boy e ganhou em 1998 uma versão colorida para o Game Boy Color, Link’s Awakening DX. Veja o trailer do anúncio:
A história continua a mesma: Link naufraga numa tempestade e acorda na ilha de Koholint, resgatado por uma garota chamada Marin. Para sair dali, ele precisa juntar os oito instrumentos das Sirenas e despertar o Wind Fish, a lendária criatura da ilha.
Traduzindo do jargão: o remake, desenvolvido pela Grezzo, mantém a câmera de cima e a jogabilidade do original, mas troca os pixels por um estilo “retro-moderno”. Os personagens parecem bonecos, o mundo lembra um diorama e um efeito tilt-shift exagera a profundidade de campo da câmera, imitando uma maquete. Do DX ficou a Color Dungeon, com puzzles baseados em cores. A loja de fotos do DX, que dependia da impressora do Game Boy, deu lugar à cabana do Dampé, onde o jogador monta as próprias masmorras, as Chamber Dungeons.
O que veio depois
O jogo foi mostrado com demo jogável na E3 de junho de 2019 e saiu em 20 de setembro de 2019, junto com um amiibo do Link no visual do jogo. A crítica elogiou a jogabilidade e a fidelidade ao original, mas apontou problemas técnicos. Os números: 5,49 milhões de cópias até março de 2021 e mais de 6,46 milhões até dezembro de 2022, um dos jogos mais vendidos do Switch.
Onde comprar
Fonte: Nintendo.






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