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A bizarra experiência de jogar Elden Ring

A bizarra experiência de jogar Elden Ring: impressões pessoais de um fã antigo dos jogos da FromSoftware sobre o RPG de mundo aberto.

Ok… Tá todo mundo falando desse troço. Isso me deixa felizão, pra ser honesto.

Eu tenho um relacionamento bem íntimo com os jogos da From. Não Rule 34 íntimo, íntimo que presta mesmo, de ter mudado rumos na vida por causa da mensagem do jogo.

Ou pelo menos do que é a minha interpretação dessa mensagem.

Elden Ring, mesmo tendo o Dedo Enrolado do Velho Barbudo George R R R R R Martin no meio, não foge uma vírgula dessa fórmula (Aliás, o potencial de trocadilho para Dedos é infinito). Você continua tendo que interpretar o que vê e ouve, assim como fuçar nas pistas, desistir de vez e esperar o vídeo do Vaati explicando o que tá acontecendo.

Dos meus amigos eu sou um dos que menos tem jogado porque alguém tem que trabalhar nessa budega, mas ainda assim acho que tô com umas 75 horas e nem sequer o terceiro (segundo main) boss eu deitei no soco.

Aliás, a história é legalzona e tal, mas é o mundo que cativa. Todo SoulsBorneKiroRing traz uma sensação de estar completamente perdido num mundo ridiculamente hostil, mas nenhuma outra obra da franquia chegou nesse nível. É como se todas as histórias infantis que a gente cresceu ouvindo virassem verdade.

Só que a versão original, não da Disney. Onde final feliz era alguém terminar mutilado e o normal era terminar morto.

As suspresas são inúmeras e sensacionais, então tem pouca graça de se comentar eventos que podem se passar ou não no seu gameplay. Saiba apenas que não só é a melhor experiência pra se jogar com amigos da From – seja numa call de voz com em coop mesmo – como também é a junção de toda a experiência que a empresa montou ao longo do tempo.

Sim, a postagem é uma introdução, somente. Tem um review saindo pra quando eu parar de injetar esse jogo na veia, então vai demorar um pouco.

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Fundador e editor-chefe

Xavier joga desde 1992 e nunca mais parou. Nascido em 1988, cresceu com um controle na mão: viu gigantes da indústria surgirem e caírem e atravessou mundos infinitos em mais de três décadas de jogatina. Fundador do SavePoint, escreve sobre lançamentos, reviews e tudo o que move a indústria dos games.

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